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2008/05/09

Ateliês de leitura e escrita na escola

Tiveram hoje lugar os três últimos ateliês previstos para este ano lectivo, com a Drª Andreia Brites, mediadora da leitura.
Três turmas felizardas...: o 5º E, o 6º C e o 7º A.

O 6º C que, no ano anterior, beneficiou de um ateliê de leitura, vendo aumentar o seu prazer de ler, agora teve um ateliê de escrita criativa... (Vamos publicar os trabalhos lindos que fizeram!...)

O 6º G beneficiou de uma "imitação"... Pode-se ler aqui o que escreveram: http://nuvem-alta.blogspot.com/2008/05/ateli-de-escrita-criativa.html


O 5º E e o 7º A espreitaram capas, títulos, ilustrações... e escutaram excertos de meia dúzia de livros, ao longo da sessão "Ver para Crer". Só visto! Ficaram cheiinhos de vontade de os ler!...
A sua grande preocupação era a de saber se esses livros existiam na biblioteca! E, quanto a isso, ficaram todos tranquilos.
Já hoje os requisitaram. E com que entusiasmo!...

Valeu a pena!
Devia multiplicar-se este tipo de acções... Promover formação, nestas áreas... Unir esforços de escolas, colectividades, Associações de Pais, Autarquias...
Os resultados são visíveis e imediatos. Excelente investimento!

Obrigada, Andreia Brites!
Até à volta!

2008/05/08

As crónicas vencedoras...

Publicamos hoje as crónicas que venceram o nosso concurso literário.

É sempre difícil escolher um vencedor... Ora o Júri leu e releu todos os trabalhos; ponderou critérios; pontuou criteriosamente... e uma vez que decidiu... está decidido!

PARABÉNS aos nossos escritores!

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Escalão A - 2º Ciclo

1º Lugar
Ser modelo: universo de ilusão

Um mundo cheio de glamour, brilho, dinheiro, fama… é como normalmente se imagina a vida de um modelo, não tanto os modelos fotográficos, mas sobretudo aqueles que desfilam numa passerelle.
O mundo da moda é o sonho de qualquer rapariga: usar roupas de alta-costura, aparecer em capas de revista, conhecer gente famosa, enfim ser uma grande estrela!
Infelizmente, para se percorrer esse caminho, as coisas não são somente flores… Enganado está quem pensa que a profissão de modelo é fácil e só tem honrarias.
Exige-se uma exagerada preocupação com a aparência física. Afinal o seu corpo e o seu rosto são os seus principais instrumentos de trabalho.
Existem milhares de garotas perfeitas querendo alcançar o mesmo objectivo. Por isso, todas odeiam todas. Há sempre um clima competitivo no ar. Quem tiver o corpo mais magro e mais bonito ganha o desfile… E quem o não tem, faz milhares de coisas para conseguir aquele papel. Dietas malucas, exercícios exagerados. Tudo por um sonho, nada pela saúde.
Nunca há um horário de trabalho certo. Viajar torna-se um hábito que os torna pessoas solitárias, muitas vezes em países cuja língua desconhecem.
Quando a fama bate à porta cedo demais, pode deslumbrar; quando a fama demora, a modelo pode ficar com a auto-estima abalada.
Muitas moças ganham num mês o que o pai ou a mãe ganham em dois anos. Mas o mundo da moda é um mundo cruel: hoje pode-se ser o alvo da moda; amanhã pode-se não passar de mais uma modelo. Ou de uma ex-modelo...
Se se tiver sorte, a carreira pode durar quinze anos no máximo, pois qualquer modelo tem prazo de validade.
Eu conheço este meio, sei do que falo. E deixo um conselho: quem não estiver psicologicamente preparado para suportar tanta competição e tanto sacrifício será certamente mais feliz vendo desfilar os outros...
Mais: qualquer um que abrace esta carreira tem à mesma de estudar e preparar o seu futuro... na esperança de que este não seja tão duro!...

Ingrid Medeiros, 6º G



Escalão B - 3º Ciclo

1º lugar ex-aequo


A moda feminina

Hoje em dia, a moda é muito importante para os jovens, principalmente para as raparigas. E a moda não é só a maneira de vestir, são também os actos vergonhosos que muitas delas praticam.

Tudo começa antes de saírem de casa, quando se olham ao espelho, quando se arranjam e pensam:
-É melhor pintar-me de vermelho, é mais provocador!
E depois é a maneira de vestir:
-Esta “mini-mini saia” fica-me bem ou levo outra ainda mais curta? Quanto mais “chicha” à mostra, melhor!
Levam top preto e soutien cor – de – rosa, (para contrastar e se notar mais), e, nas aulas, isto é, quando lá vão, fazem cenas do tipo: encostam-se ao colega do lado e puxam o soutien para baixo.
Estes, incomodados com a situação, dizem-lhes:
-Olha, o soutien está-te a cair!
E elas dizem para o soutien:
-Ai, já me estou a passar contigo!

Quando não vão às aulas, ficam dentro do recinto escolar, sentadas ao colo do chamado “damo”, a gozarem com tudo e com todos, e quando não fazem isso, ficam a “curtir” pelos cantos com os grandes “ boys”.

Eu acho que elas não precisam de se mostrar tão provocadoras, pois dão cabo da nossa concentração... Elas já são tão bonitas que nos distraem da qualquer maneira!

Se calhar, não ficavam mal umas normazitas no Regulamento Interno da própria escola… e alguma educação em casa…

Daniel Araújo, 7º A



Escalão B - 3º Ciclo

1º lugar ex-aequo

O mau comportamento dos alunos

Há tantas escolas e tantos temas que podia abordar, mas vou falar de um que é comum a todas elas: o mau comportamento dos alunos. Alunos como eu, como os que há na minha turma e em muitas outras, alunos que não dão valor ao sacrifício dos pais, professores ou mesmo funcionários, mas que um dia, irão, de certeza, depois de reflectir, ver como foram pouco ajuizados e ignorantes.


Se todos nós pensarmos com carinho no nosso tempo no ensino básico, vamos, concerteza, sentir saudades dos nossos professores e veremos como eles eram bons, carinhosos e pacientes e valorizaremos então o esforço que fizeram para nos ensinar muito do que sabemos hoje.
Muitos de nós, pensam que vão para a escola para brincar ou passar o dia com amigos e colegas. Mas não! Todos devíamos deixar as brincadeiras, sermos mais responsáveis e vermos a escola como o nosso futuro. Todos nós esquecemos o sacrifício que os nossos pais fizeram para não nos sentirmos diminuídos perante os colegas, para não termos falta de nada e, em compensação, levamos a caderneta com más informações.
Os nossos pais mostram-se zangados, castigam-nos, mas sabe Deus a tristeza que sentem ao ver o nosso comportamento…
E nós vemos os professores como uns chatos que têm manias, que implicam connosco, por tudo e por nada, e muitas vezes achamos que eles nos odeiam mesmo! Então compensamo-los com uma barulheira infernal, não nos aplicamos nos estudos, criticamos… e, por vezes, até insultamos os nossos queridos professores.


Um dia teremos de dar valor a tudo isto e, de certeza, veremos que tudo o que os professores diziam ou exigiam era para nosso bem. Nessa altura, iremos ver como a professora ou professor era “fixe” e fazia tudo para nos ajudar…
Eu gostaria de mudar e fazer mudar os outros, pois os professores só querem o nosso bem e lutam por uma sociedade melhor.

Sandra Carvalho, 7ºA





2008/05/07

O 25 de Abril e nós!

Transcrevo este resumo, gentilmente cedido pelo nosso convidado para o Colóquio em torno do 25 de Abril, para que todos o possam ler. Considero-o uma excelente síntese da sessão que este senhor, "Capitão de Abril", nos ofereceu.
Ao Sr. Dr. Albino Luís Cal, o nosso profundo agradecimento.
Manuela Caeiro
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O 25 DE ABRIL DE 1974

1. Causas do “25 de Abril”

A. A guerra colonial


As Forças Armadas são uma instituição que é de todos, formada por todos, ao serviço de todos. A sua missão é de salvação, quando nada mais há que consiga travar uma catástrofe. Os militares têm que ter uma forte consciência nacional para não se deixarem subordinar a interesses mesquinhos ou partidários.
Mas, há 34 anos, as Forças Armadas estavam desprestigiadas e dissociadas do Povo. Estavam envolvidas numa guerra que só podia ter uma solução política, mas que o poder político era incapaz de encontrar porque não representava a Nação.
Uma solução para esta guerra injusta só poderia ser encontrada com a substituição desse poder político por outro que se identificasse com a Nação.
E, se as Forças Armadas lhe retirassem a força, em que ilegitimamente se apoiava, esse governo ilegítimo cairia naturalmente.

B. Ausência de Democracia e de Liberdade

Quem já nasceu em Liberdade e em Democracia, dificilmente imagina o que é viver num regime de ditadura, de repressão a todos os níveis e de todas as formas (policial, legislativa, judicial, com censura, etc). Mas esta era a realidade.
Só havia um partido - o do governo: a União Nacional.
Só havia uma verdade: a de Salazar e do grupo privilegiado que monopolizava o poder.
Para vigiar e defender essa verdade, existia uma polícia política: Polícia de Investigação e de Defesa do Estado (PIDE).
Para quem não concordasse, havia as prisões políticas (e a tortura e a morte).
E havia a Censura: as pessoas só tinham conhecimento, pelos jornais, pela rádio, pela televisão, pelos livros, do que o governo quisesse.

C. Pobreza / Emigração

Também é hoje difícil imaginar como era a sociedade portuguesa antes do “25 de Abril” no que diz respeito à saúde, ao ensino, à assistência social, às condições de habitação, às vias de comunicação, etc.
Hoje, muitas pessoas vivem mal, há muita pobreza, há muitas desigualdades sociais, há muitas pessoas que emigram à procura de melhores condições de vida… mas, de uma maneira geral, vive-se muito melhor. A diferença é muito grande.


2. O “25 de Abril “

Estavam reunidas as condições para que houvesse uma ruptura na sociedade portuguesa, a todos os níveis: o descontentamento, apesar da propaganda do regime, era geral.
A “esperança” em Marcelo Caetano (que sucedeu a Salazar) foi uma desilusão. Apesar de algumas mudanças de “fachada”, não houve evolução, não houve abertura. Continuou a repressão, a ditadura.
A guerra colonial era o maior problema, e foi através dessa guerra que os “capitães” das Forças Armadas (principalmente do Exército) adquiriram consciência política.
Não restava outra alternativa: só a Democracia, só a Liberdade, poderiam criar as condições para a solução dos problemas graves de Portugal em 1974.

DEMOCRACIA, DESCOLONIZAÇÃO e DESENVOLVIMENTO eram as três ideias fundamentais do Programa do Movimento das Forças Armadas.
E este Programa foi, de imediato, apoiado pela esmagadora maioria do povo português.
Foi uma verdadeira Revolução Democrática.
Seguiu-se uma conturbada fase da “conquista do poder”, principalmente durante os anos de 1974 e de 1975. Houve um “11de Março”, houve um “25 de Novembro”, mas hoje Portugal é um país democrático e livre.


3. Portugal, Hoje

A Democracia e a Liberdade não são coisas que aconteceram. São realidades dinâmicas, que têm que ser construídas todos os dias.
Também aqui nesta Escola. E nota-se o empenhamento de todos: professores, funcionários, alunos.
A Democracia e a Liberdade são para ser praticadas, vividas, em casa, na escola, na sociedade. Respeitando as ideias dos outros, respeitando a liberdade dos outros, sendo responsáveis pelos nossos actos. Construindo o nosso futuro com trabalho, com o nosso esforço individual, onde as regras e a disciplina são indispensáveis. Assimiladas conscientemente, sem autoritarismos. Dizendo SIM à participação, à amizade.
Se nos empenharmos em construir o nosso futuro de maneira consciente e responsável, participando também nas actividades colectivas, na Escola e na Sociedade, rejeitaremos, naturalmente, todas as solicitações negativas… cujos efeitos todos conhecemos.
Estaremos, assim, a construir ABRIL, HOJE, participando na construção de uma sociedade mais livre, mais justa, mais solidária.
A. Luís Cal

Testemunho do "avô Capitão de Abril"

A minha “passagem” pela EB 2,3 Comandante Conceição e Silva

Depois de alguma hesitação inicial, foi com alegria que me disponibilizei para ir até à EB 2,3 Conceição e Silva (principalmente depois de receber o muito amável convite da Rafaela, em nome da turma 6º G)!


A senhora professora Manuela Caeiro tinha falado comigo. Mas, como não fui muito afirmativo, conseguiu uma forma de me convencer: o argumento “Rafaela” seria irrecusável!


Combinados o dia e a hora, dirigi-me para a Cova da Piedade, levando em papel alguns apontamentos (que não cheguei a utilizar). Afinal, era apenas uma pequena conversa de um “avô” sobre o “25 de Abril”!


Encontrei uma Escola com instalações modestas, mas cuidadas, e encontrei o que (nesse breve contacto) me pareceu ser uma “comunidade” centrada nos alunos, mas aberta à sociedade e às famílias. Uma Escola dinâmica, não apenas preocupada em ensinar, mas também em educar para a cidadania, para a Liberdade com Responsabilidade, para a construção de uma Democracia participativa, de uma sociedade mais justa e pacífica.
Eram precisamente estes os assuntos que eu considerava importante salientar na parte final da nossa “conversa”. O que não foi muito conseguido por, por culpa minha, não ter utilizado o tempo disponível da melhor maneira. Fiquei com pena!


Para além dos meus agradecimentos especiais à senhora professora Manuela e à Rafaela, também um caloroso agradecimento ao senhor professor José Pontinha, pela sua preciosa e entusiasta colaboração.
Muito obrigado a todos por esta oportunidade de ter estado convosco!


A. Luís Cal

2008/05/05

Colóquio com um "avô Capitão de Abril"




DIA: 2 /05 / 2008

Hora: 13:30 – 15h


Um “avô Capitão de Abril” veio à nossa escola falar connosco, a convite do 6º G.

Começou por nos falar da guerra colonial.
Quem nascia nas colónias era considerado “português de 2ª e 3ª”, com menos direitos do que os “portugueses de 1ª”.

As guerras foram sempre feitas por causa de dinheiro. Na altura, havia muita pobreza, mais do que hoje em dia.

Não havia liberdade.
Se um agente da PIDE apanhasse alguém a dar uma opinião contra o governo não havia julgamento, ia-se logo preso e a justiça funcionava muito mal.
Havia várias prisões políticas – Tarrafal, Peniche, Caxias…
Havia censura: nos livros, jornais, televisões e espectáculos.
As pessoas tinham medo.

Guerra e ditadura: é tudo a mesma coisa. Salazar chamava-lhe
“Estado Novo”.
Todos os presidentes eram militares que apoiavam a ditadura.

Começou então a preparar-se a revolução. Faziam-se reuniões, não de políticos mas de militares; reuniões clandestinas – de que a PIDE nem sequer suspeitava.

Em 1973, formou-se o MFA – MOVIMENTO das FORÇAS ARMADAS –, que fez a revolução.
A diferença entre uma revolução e um golpe de estado é que numa revolução há a adesão do povo.
O 25 de Abril foi um mal necessário. Devia-se ter descolonizado antes, na altura certa. Tudo podia ter sido resolvido pelo diálogo e não pela força.
O capitão de Abril Albino Luís Cal fez a guerra, sabe o que é morrer, sabe o que é matar e não gosta de recordar esse tempo da sua vida.
A 24 de Abril, ouviu a canção “E depois do adeus” e foi para a Figueira da Foz. Ouviu em seguida “Grândola, Vila Morena” e soube que estava tudo a correr como o previsto. O seu papel na Revolução foi ficar no Quartel da Figueira, enquanto outros camaradas vieram para Lisboa.

Apelou para sabermos usar a Liberdade, respeitando a liberdade dos outros e fazendo boas escolhas para nós próprios.

O Colóquio terminou com algumas perguntas. Foi uma sessão esclarecedora.
Para nós, foi muito importante ouvir como era a vida antes do 25 de Abril e saber que a revolução, apesar de tudo, valeu a pena, pois foi a solução possível.


AGRADECEMOS AO NOSSO “AVÔ CAPITÃO”.

Em nome das turmas 6º G e 6º H (as duas turmas presentes),
Rafaela (6ºG)
Ângela (6ºG)
Patrícia (6ºG)

2008/05/02

Encerramento da Semana da Leitura



Aparentemente, chegou ao fim a Semana da Leitura.
Esta semana encerrou com chave de ouro, com o Colóquio em torno do 25 de Abril.
Brevemente, daremos mais notícias sobre o mesmo.

Faltam agora os ateliês de leitura, a realizar na próxima semana, bem como a distribuição de prémios - que teve de ser adiada.

Fazendo um balanço, foram envolvidas, nos Interturmas de Leitura, 10 turmas.
No Colóquio, 2 turmas.
Nos ateliês de Leitura, 6 turmas (3 dos quais se realizaram anteriormente e restando agora outras 3).
Ao todo, 18 turmas - sem contar com os alunos que participaram nas exposições, no concurso de escrita, no respectivo júri de atribuição de prémios, no momento musical, na "Aventura da Pesquisa"...
E sem contar com o envolvimento dos professores de Língua Portuguesa e do Departamento de Expressões, a quem agradecemos, reconhecidos.
Tanto basta para se ver toda a movimentação que foi gerada na escola e se fez sentir na biblioteca, graças a esta iniciativa da Semana da Leitura.

Talvez em virtude de toda esta mesma movimentação, foi menor, este mês, a participação no passatempo da Página Perdida.

Aqui ficam os Parabéns aos Vencedores:

Íris, Rita, Gina e Vanessa - 5º A e 5º D
Bruno Fernandes e Diogo Leitão - 6º H
Cláudia Custódio - 9º A

2008/04/30

Finalmente, a Semana da Leitura na "Conceição e Silva"


A biblioteca está em festa!

Cheiinha de trabalhos "À roda dos livros" e "Em volta do 25 de Abril".

E, claro, com os seus habituais passatempos da "Página Perdida" e da "Frase Perdida", dedicados a dois aniversariantes do mês de Abril: Hans Christian Andersen e Ana Maria Magalhães, nascidos a 2 e 14 de Abril, respectivamente.

A Feira do Livro abriu logo de manhãzinha, no dia 28, e é visível o interesse que despertou.

E não só: decorreram também cinco sessões de poesia na biblioteca da escola, envolvendo dez turmas de 2º e 3º Ciclos.

Sessão a sessão, foram eleitos os melhores leitores que receberam o respectivo diploma de "Bom Leitor".


Reuniu, no dia 29, o júri do concurso de crónica "A realidade está cheia de histórias para contar", cujo prazo terminou no dia anterior.
PARABÉNS aos vencedores:
Escalão A - Ingrid Medeiros, do 6º G.

Escalão B - Daniel Araújo, do 7º A (1º lugar ex-aequo);
e... Sandra Carvalho, do 7º A (1º lugar, ex-aequo).

Outras actividades se seguirão, até 6ª: Aventura da Pesquisa; Colóquio com um avô "Capitão de Abril"; cerimónia de entrega de prémios.

Haverá ainda um momento musical.

Tudo para...

2008/04/25

Comemorando o 25 de Abril...



A iniciativa de comemorar o 25 de Abril, envolvendo todas as turmas da escola, foi da responsabilidade do Departamento de Expressões.


A comemoração desta efeméride realizou-se ontem - com pedypaper, projecção de filme, estação de rádio no
pátio de recreio e visita a uma exposição - que a biblioteca albergou orgulhosa e carinhosamente.



A exposição era composta por três núcleos:


1) Os objectos dos nossos pais e avós...
(...e professores);



2) O reflexo do 25 de Abril na arte;




3) Como os alunos recriaram o 25 de Abril.





"Uma imagem vale mais do que 1000 palavras"...

Fica o convite para a leitura das que aqui deixamos...



Agradecemos ao Departamento de Expressões e ao seu Coordenador - professor José Pontinha - a forma marcante como foi vivido o 34º aniversário de Abril, na nossa escola.
Bem-hajam!



2008/04/23

Semana da Leitura na "Conceição e Silva"...


Semana da leitura
28 de Abril a 2 de Maio

Programa

de 28 a 30/4 - Feira do Livro

Toda a semana: Exposições
25 de Abril








Viagem à roda dos livros (trabalhos dos alunos, em torno de obras lidas - textos, ilustrações, marcadores)
2/5 - distribuição de diplomas e prémios aos autores dos melhores trabalhos

Concurso de escrita -
Crónica: "A realidade está cheia de histórias para contar..."
28/4, 18h30m - Fim do prazo de entrega de trabalhos
29/4, de tarde - Reunião do júri
2/5 - Distribuição de diplomas e prémios aos vencedores

Interturmas/Concurso de Leitura (Poesia)
28/4, de manhã - turmas de 5º ano
28/4, de tarde - 6ºF/6ºG
29/4, de tarde -6º H/8ºA
2/5 - Distribuição de diplomas e prémios aos vencedores

A aventura da pesquisa
30/4, de manhã - 6ºD

Colóquio com um avô, "Capitão de Abril"

2/5, 13h30m, 6ºG e 6ºH

Ateliês de leitura - com Drª Andreia Brites

5ºE, 6ºC, 7ºA
(adiado para 9/Maio)

Fanha na escola... no Dia Mundial do Livro...

O escritor José Fanha esteve hoje na EB1, nº2, da Cova da Piedade, a "escola do Bairro", neste Dia Mundial do Livro.

Como é de prever, decorreram, na biblioteca, sucessivas sessões com as turmas da escola. Sessões cheias de histórias, poemas, lengalengas... tempo para apreciar ilustrações... muita criatividade... e boa disposição!...

Olhos atentos, sorrisos e interacção com José Fanha... e pena de ter de ir embora, ao esgotar-se o tempo... foi a tónica!

Em torno desta visita, leram-se previamente obras do Autor: O dia em que o mar desapareceu, Cantigas e Cantigos, A noite em que a noite não chegou e O dia em que a mata ardeu. Uma turma de 3º ano (da professora Clara) fez uma intervenção em rap, em torno desta última obra... que José Fanha aplaudiu!

Não faltou a sessão de autógrafos, para que cada um conserve um livro que o faça recordar, sempre, este dia tão especial!

Todos trabalharam, para que esta festa tivesse lugar; a professora Leonor Fernandes, Coordenadora da Biblioteca, discretamente, fez com que tudo acontecesse...


Quem quiser reencontrar José Fanha, clique em: http://www.queridasbibliotecas.blogspot.com/


E se, porventura, alguém quiser organizar uma sessão com escritores ou ilustradores (tais como José Fanha, Rosário Araújo, Ana Afonso... ou João Fanha e Carla Antunes, respectivamente) poderá contactar a SOREGRA, Recursos Educativos: www.soregra.pt / carlos.mendes@soregra.pt

2008/04/11

Um concurso de escrita... e uma crónica "inspiradora"...

O fim do prazo do concurso de escrita vai-se aproximando... 28 de Abril.


A cerimónia de entrega de prémios será a 2 de Maio.


Lê esta crónica... e inspira-te!


Participa!




Uma nova portaria...

A nossa escola tem uma nova entrada. Aparentemente está pronta, mas na realidade as obras ainda não acabaram e uma fita branca e vermelha impede-nos de nos espraiarmos e de estrearmos a longa escadaria que será percorrida no futuro. O pátio em que dantes havia várias árvores e uma mesa já velhinha, para jogarmos pingue-pongue, agora tem apenas terra castanha. Espera por uma rampa, para ser usada por quem não quiser ou não puder subir escadas, bem como por um jardim.


Por enquanto, continuamos a usar a antiga entrada. É grande a confusão de carros, nas horas de entrada e saída, pois o portão dá para um estreito beco onde os automóveis se acotovelam e às vezes, até a pé, mal se consegue passar.

Deixará de estar aberta essa porta por onde entraram, até hoje, todos os alunos que aqui estudaram. Muitas crianças que se fizeram homens e mulheres e que hoje desenvolvem os mais diversos trabalhos: médicos, advogados, professores, engenheiros, enfermeiros, contabilistas, militares, empresários, funcionários, pasteleiros, empregados de balcão, cozinheiros, informáticos, construtores, vendedores, actores, músicos e pintores… um mundo de gente anónima, cheia de valor, que hoje trabalha servindo-se de tudo o que aprendeu. E quanto mais estudou e mais sabe, melhor.



Por este mesmo portão, entraram também, durante dois anos inteirinhos, outros mais conhecidos: a Anabela – uma cantora que tem muitos discos editados, que tem feito muitos espectáculos e já representou Portugal na Eurovisão – e Luís Figo – o excelente jogador de futebol que foi o orgulho da nossa Selecção e ajudou a dignificar o nome de Portugal pelo mundo fora...

A nova porta era há muito uma necessidade.

Hoje muitos alunos vêm e vão de carro. Os pais vão trabalhar e aqui os deixam pela manhã e os recolhem, no regresso.
Quando tivermos a nova portaria aberta, o acesso será mais fácil!... E a escola, que a princípio era provisória e afinal se tornou definitiva, terá agora uma entrada digna, exibindo a velha nora que todos viu crescer, disposta a receber uma nova geração… em novos tempos!

Manuela Caeiro




2008/04/01

2 de Abril, 200º aniversário de Andersen, Dia do Livro Infantil

O Dia do Livro Infantil é celebrado a 2 de Abril, data de nascimento de Hans Christian Andersen que, se fosse vivo, faria hoje 200 anos.

Lê este excerto da biografia de Andersen:

Hans Christian Andersen (Odense, 2 de Abril de 1805 —Copenhaga, 4 de Agosto de 1875) foi um poeta e escritor dinamarquês de histórias infantis. O pai era sapateiro, o que levou Andersen a ter dificuldades para se educar (...). Escreveu peças de teatro, canções patrióticas, contos, histórias, e, principalmente, contos de fadas, pelos quais é mundialmente conhecido.


Descobre, nos selos, os contos que eles representam:

Podes consultar:
http://nonio.eses.pt/contos/andersen.htm



Os nossos bons leitores

Os melhores leitores da biblioteca da "Conceição e Silva", no 2º Período. foram:



Renata Urbano (5º E)
7 livros lidos, no 2º Período

Diogo Leitão (6ºH)
9 livros lidos, no 2º Período

Maria Catarina Fanico (7ºA)
9 livros lidos, no 2º Período

Ricardo Veloso (8º A)
5 livros lidos, no 2º Período

Isabel Henriques (9º A)
7 livros lidos, no 2º Período

Cláudia Custódio (9º A)
38 livros lidos, no 2º Período




Turmas com + leitores:


5º D

6º H

7º B


8º A

9º A